Rural · 75000m² · 2 vagas
venda
R$ 4.000.000
Rua Joaquim Ferreira de Souza 110, Gonçalves, Minas Gerais
Casa moderna com vista panorâmica na montanha
São 7,55 hectares de terreno.
Casa com 3 suítes em 200 m2. Cozinha com fogão a lenha, sala integrada com salamandra. Aquecedor a gás.
Garagem coberta para 2 carros com depósito
Sauna seca.
Barracão de ferramentas com banheiro.
Nascente, roda d’água, mais água por servidão.
Vasto pomar com 150 frutíferas, plantação de 100 pés de amoras e horta com estufa. Oliveiras. Mata nativa com trilhas.
Canil.
1.600 m de altitude.
14 km de Gonçalves.
Bairro do juncal. Paisagismo.
Vista panorâmica.
Esta casa foi desenhada de acordo com um conjunto de estratégias passivas de controle do meio ambiente, pensadas para habitar a paisagem de maneira consciente, sem comprometer o ecossistema anfitrião ou a experiência primitiva da paisagem remota. Partimos da ideia de não gerar entulhos na construção, ter maior responsabilidade ambiental, e menor
desperdício de materiais. Então a solução encontrada foi projetar uma casa sustentável, com o mínimo de alvenaria e cimento.
Aspecto construtivo da casa:
Os pilares de madeira Garapeira estão a cada 60 cm, conhecido como sistema “wood-frame”.
Entre os pilares se encontram hidráulica e elétrica. Também preenchemos estes vãos entre os pilares com mantas de lã de rocha contra o frio. Externamente a eles usamos a manta Tyvek da Dupont, contra
vento e umidade.
Chapas ondulares industriais foram usadas para o fechamento externo dos dois blocos das três suítes, enquanto madeira de pinus tratado autoclavado faz o fechamento externo das áreas sociais e serviços.
Para o fechamento interno usamos placas de compensado naval ou o mesmo pinus autoclavado.
Na cobertura, telhas da Acelor Mittal. Telhas metálicas com lã termo acústicas propiciam isolamento térmico e inclinação mínima de 5%. Também temos lã de rocha entre as telhas e o fechamento interno.
Foi projetada para uma elevação mínima do solo, de acordo com o perfil original do terreno, a fim de não subir umidade da terra para a casa.
Assim conseguimos reduzir ao mínimo as transferências de calor Interior-exterior e também o consumo energético necessário para alcançar os níveis de conforto durante todas as estações do ano. Os espaços se compactam para reduzir a superfície em contato com o exterior, orientando-se ao norte os espaços de uso e ao sul os espaços secundários. A casa que nos põe em diálogo os processos industriais com os ritmos naturais da escala local.
Casa com 3 suítes em 200 m2. Cozinha com fogão a lenha, sala integrada com salamandra. Aquecedor a gás.
Garagem coberta para 2 carros com depósito
Sauna seca.
Barracão de ferramentas com banheiro.
Nascente, roda d’água, mais água por servidão.
Vasto pomar com 150 frutíferas, plantação de 100 pés de amoras e horta com estufa. Oliveiras. Mata nativa com trilhas.
Canil.
1.600 m de altitude.
14 km de Gonçalves.
Bairro do juncal. Paisagismo.
Vista panorâmica.
Esta casa foi desenhada de acordo com um conjunto de estratégias passivas de controle do meio ambiente, pensadas para habitar a paisagem de maneira consciente, sem comprometer o ecossistema anfitrião ou a experiência primitiva da paisagem remota. Partimos da ideia de não gerar entulhos na construção, ter maior responsabilidade ambiental, e menor
desperdício de materiais. Então a solução encontrada foi projetar uma casa sustentável, com o mínimo de alvenaria e cimento.
Aspecto construtivo da casa:
Os pilares de madeira Garapeira estão a cada 60 cm, conhecido como sistema “wood-frame”.
Entre os pilares se encontram hidráulica e elétrica. Também preenchemos estes vãos entre os pilares com mantas de lã de rocha contra o frio. Externamente a eles usamos a manta Tyvek da Dupont, contra
vento e umidade.
Chapas ondulares industriais foram usadas para o fechamento externo dos dois blocos das três suítes, enquanto madeira de pinus tratado autoclavado faz o fechamento externo das áreas sociais e serviços.
Para o fechamento interno usamos placas de compensado naval ou o mesmo pinus autoclavado.
Na cobertura, telhas da Acelor Mittal. Telhas metálicas com lã termo acústicas propiciam isolamento térmico e inclinação mínima de 5%. Também temos lã de rocha entre as telhas e o fechamento interno.
Foi projetada para uma elevação mínima do solo, de acordo com o perfil original do terreno, a fim de não subir umidade da terra para a casa.
Assim conseguimos reduzir ao mínimo as transferências de calor Interior-exterior e também o consumo energético necessário para alcançar os níveis de conforto durante todas as estações do ano. Os espaços se compactam para reduzir a superfície em contato com o exterior, orientando-se ao norte os espaços de uso e ao sul os espaços secundários. A casa que nos põe em diálogo os processos industriais com os ritmos naturais da escala local.